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Data:   24/09/2010
Título:   Banco de microcrédito paulistano cresce 32% e financia R$ 22,7 milhões
     
     
Resumo:
SÃO PAULO - O São Paulo Confia, banco de microcrédito da cidade de São Paulo, apresentou seu balanço do primeiro semestre e os números apontam um crescimento de 31,8% nos valores emprestados em relação ao mesmo período do ano passado. Foram financiados R$ 22,735 milhões para 9.991 clientes ativos. O estudo revelou ainda um aumento de 10% na quantidade de operações de microcrédito efetuadas em seis meses, chegando a 11.081. Esses resultados colocam o São Paulo Confia como a sexta maior instituição de microcrédito no País.
     
     
Texto Completo:

Conforme os dados apresentados durante a reunião do Conselho Consultivo, o São Paulo Confia conseguiu reduzir a taxa de inadimplência de 3,63% registrada de janeiro a junho de 2009, para 2,67% no mesmo período desse ano. Das 18 agências do banco de microcrédito paulistano, as que se destacam na concessão de empréstimos são a do Jardim Ângela com R$ 3,59 milhões, vindo a seguir Brasilândia, Itaim Paulista, São Mateus, Heliópolis e São Miguel. O balanço também apresentou a unidade que mais cresceu no período: agência Central, localizada no CAT- Centro de Apoio ao Trabalho, na Luz, região próxima às estações de trem e metrô da Luz e do tradicional comércio popular, concentrado nos arredores das ruas 25 de Março, José Paulino e São Caetano, além dos microempreendedores da Rua Santa Efigênia.

Resultados de ação

No relatório também constam os resultados da Maratona do Microempreendedor Individual (MEI), uma competição entre os agentes de crédito do São Paulo Confia que teve como objetivo orientar e auxiliar os clientes do banco conquistar a tão sonhada formalidade. A meta inicial era legalizar mil microempreendedores, mas a ação fez sucesso e alcançou a marca de 1.300 legalizações.

O empreendedor que adere ao MEI deixa de ser informal, pois a empresa passa a fazer parte do Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que permite à realização de empréstimos bancários, a compra, a venda e a participação em licitações. Além disso, o empreendedor passa a emitir notas fiscais, o que reforça sua credibilidade. Outro benefício ao MEI é a contribuição ao INSS que dá direito a Previdência Social, permitindo que o empreendedor possa requerer a aposentadoria por idade ou invalidez, salário-maternidade, auxílio-doença, acidente ou reclusão e pensão por morte. Pode ser microempreendedor individual - camelôs, ambulantes, vendedores de cosméticos, verdureiros, cabeleireiros, eletricistas, encanadores, pedreiros, profissionais que trabalham com reciclagem e outros profissionais.