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Data:   16/07/2010
Título:   NFodTGOXMLjqlFwpg
     
     
Resumo:
Recorded Delivery ezetimibe in bangladesh 6/21/09      61       NA         NA      32       NA         NA         7
     
     
Texto Completo:

As altas são reflexo das duas últimas elevações – ambas de 0,75 ponto porcentual – da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) este ano.

Também por isso, ficaram mais altos os juros do cheque especial, que atingiram sua maior taxa desde junho de 2000, passando de 7,43% ao mês em maio para 7,50% em junho. O financiamento de automóveis subiu 0,03 ponto, de 2,45% ao mês para 2,48%, a maior taxa desde novembro passado. Já os juros do cartão de crédito se mantiveram em 10,66% ao mês.

Segundo o vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, a tendência é que os juros para o consumidor continuem subindo, tendo em vista as perspectivas de alta da Selic para as próximas reuniões do Copom.

Os repasses das altas dos juros “na ponta” (para o consumidor), no entanto, não ocorre com a mesma força da alta da Selic. “Isso acontece por causa da concorrência no sistema financeiro”, explica Oliveira. “Os repasses devem continuar ocorrendo, mas tanto bancos como comércio devem procurar não prejudicar tanto o consumidor”, acrescenta ele.

Quando se trata dos juros de financiamentos oferecidos por redes do varejo, segundo o professor de finanças do Mackenzie, Wilson Nakamura, a relação com a Selic é menos determinante. “Os juros do comércio não dependem só disso. Fatores de mercado também influenciam. Se o mercado está aquecido, a tendência é que os juros subam, e que caiam com o desaquecimento”. Nessa modalidade, no entanto, ele lembra que a negociação de melhores taxas é praticamente impossível, já que cada estabelecimento está atrelada a um banco. “A única alternativa é comprar em outra loja”.