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Cúpula: Para governo brasileiro, proposta europeia elevaria custos de financiamento Na reunião de cúpula do G-20 em Toronto, neste fim de semana, o Brasil vai se colocar contra a taxação dos fluxos de capitais internacionais, proposta por países europeus como uma forma de desestimular movimentos especulativos. Na avaliação do governo brasileiro, a taxação só servirá para aumentar os custos de financiamento e puniria países que não foram responsáveis pela crise financeira internacional. Com o apoio dos EUA, o Brasil defenderá também em Toronto que as economias, especialmente da zona do euro, priorizem neste momento a retomada do crescimento, em vez da adoção de medidas de arrocho fiscal. A preocupação, nesse caso, é que os países europeus, que juntos têm o maior Produto Interno Bruto (PIB) do planeta, abortem o processo de recuperação da economia global. Brasileiros e americanos não são favoráveis ao relaxamento na área fiscal, mas temem a concentração desse esforço neste momento. "Uma ênfase excessiva em medidas fiscais no curto prazo pode ameaçar a recuperação", alega um assessor graduado do governo. Os países emergentes, mesmo crescendo a taxas aceleradas, ainda não têm escala para substituir a Europa. Segundo a avaliação brasileira, medidas excessivas de controle fiscal, além de impedir a retomada do crescimento, podem agravar a própria situação fiscal no médio prazo. A Europa tem visão oposta e está preocupada com o impacto da deterioração fiscal da região nos mercados financeiros.
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